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Quem Sou Eu: Fabrício Siqueira

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Nascido na cidade de Bom Jesus do Itabapoana, no norte do estado do Rio de Janeiro. Biólogo, Astrônomo amador e autodidata em diversas áreas de conhecimento.

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* Este Blog foi criado visando atingir um público leigo e mediano no que se refere ao conhecimento científico-filosófico e, portanto, informações complexas e detalhadas a respeito de cada tema estão além do escopo desta página. Ao final de muitas postagens são citadas referências e outras fontes para aqueles que buscam um maior aprofundamento em relação ao assunto que está sendo abordado.

* Certas imagens ou vídeos postados nesta página da web poderão conter elementos fortes e inapropriados para algumas pessoas.

23 de nov de 2009

Fique por Dentro (Notícias)


Novo cimento ósseo pode aprimorar tratamentos para osteoporose
: A vertebroplastia, procedimento para reforçar ossos fraturados por vezes considerado desnecessário, pode ser revolucionada por um novo material

Quando a dor é demasiada para quem sofre de fraturas na coluna devido à osteoporose, geralmente há duas opções: repouso na cama (frequentemente combinado com uma cinta de proteção e analgésicos) ou um procedimento controverso conhecido como vertebroplastia, que envolve injeções de cimento ósseo.

Na vertebroplastia, o cirurgião utiliza uma agulha oca para injetar uma substância semelhante a um cimento, em geral polimetil-metacrilato (metacrilato de metila) ou PMMA, em todas as rachaduras ou fraturas encontradas na coluna vertebral. Embora a osteoporose enfraqueça os ossos do corpo todo, a vertebroplastia é utilizada exclusivamente para o tratamento de problemas na coluna. O cirurgião usará também um fluoroscópio, que é composto por um aparelho de raios X e uma tela fluorescente, para monitorar a localização da agulha no interior do corpo e garantir que o selante seja injetado no local adequado.

Ambas as abordagens para reduzir a dor decorrente de fraturas vertebrais por compressão, uma condição que afeta cerca de 1,4 milhão de pessoas no mundo – sendo mais da metade dos casos nos EUA – têm seus críticos e simpatizantes.


Fonte:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/novo_cimento_osseo_pode_aprimorar_tratamentos_para_osteoporose.html

As gêmeas Voyager, na fronteira externa do sistema solar:
A avançada tecnologia das novas sondas nem se compara à delas, mas nenhuma foi tão longe


Em 5 de março de 1979, a Voyager 1 chegou a Júpiter, seguida pela Voyager 2 em 9 de julho. De repente, o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) da Nasa em Pasadena, Califórnia, foi inundado por fotos, claras como cristal, da atmosfera turbulenta de Júpiter e das erupções vulcânicas nunca antes vistas de sua lua, Io.

Quando sua gêmea chegou a Saturno, elas repetiram seu desempenho de Júpiter com imagens do magnificamente intricado sistema do mundo anelado e de suas luas, fornecendo ao cientista do Projeto Voyager, Ed Stone, tudo o que ele e seus colegas desejavam em uma torrente de descobertas.A Voyager 2 seguiria adiante para explorar Urano, Netuno e suas luas.

As Voyagers foram as naus capitânias da era de ouro da exploração planetária nos anos 1970 e 1980. Para a geração que atingiu a maioridade depois dos gloriosos dias da Nasa com a Apollo, e viria a experimentar a dura realidade da perda da Challenger em 1986, as missões Voyager representavam um caminho empolgante para a exploração, que estava fora do alcance de missões tripuladas. Até Hollywood se deixou levar pela empolgação e fez uma das Voyagers aparecer em um dos filmes de Jornada nas Estrelas. Além disso, as Voyagers 1 e 2 ainda estão voando, saindo do sistema solar a mais de 55000 quilômetros por hora. Espera-se que elas atinjam o espaço interestelar por volta de 2014.


Hoje, as Voyagers rumam em direção ao vácuo. Com suas câmeras desligadas e usando somente os instrumentos essenciais para racionalizar a energia de suas baterias de plutônio, cada vez mais fracas, elas atingiram a fronteira externa do sistema solar, uma região chamada de heliosheath, onde o vento solar se choca com o meio interestelar. A Voyager 1, tendo se curvado para o Norte primeiro, fora do plano eclíptico, está muito mais longe – a quase 16,5 bilhões de quilômetros da Terra, em 31 de julho. A Voyager 2, que deixou o sistema solar rumo ao Sul, está a mais de 12,8 bilhões de quilômetros de casa.

Fonte:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/as_gemeas_voyager_na_fronteira_externa_do_sistema_solar.html


Nova ferramenta rastreia o comércio ilegal de animais silvestres :Código de barras de DNA deve ajudar a reduzir a comercialização de produtos ilegais que, só em 2008, movimentou entre US$ 5 a 8 bilhões no mundo todo

O comércio ilegal de carne e produtos manufaturados de animais silvestres tem crescido terrivelmente nos últimos anos, graças à grande demanda, aos lucros desmedidos, à falta de fiscalização e à pena mínima aplicada a criminosos presos traficando esse tipo material.

Um dos maiores desafios no combate ao tráfico de carne de animais silvestres é identificar a origem da carne e dos demais produtos. Uma vez que o animal é retalhado, sua carne e couro perdem a individualidade e se parecem com carne e couro de outros animais. Fica difícil saber se a carne é de uma espécie protegida por lei nacional ou internacional.Uma técnica chamada código de barras de DNA pode ser a resposta. De acordo com artigo publicado na edição on-line da Conservation Genetics, esses códigos podem ser usados para distinguir rápida e inequivocamente a origem da carne ou do couro de várias espécies raras e ameaçadas.

Fonte:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/nova_ferramenta_rastreia_o_comercio_ilegal_de_animais_silvestres.html

Micro-organismos são coadjuvantes na extração de petróleo: Um composto de bactérias específicas pode sobreviver e até ajudar na limpeza de resíduos de extração de petróleo e na recuperação do urânio de rejeitos nucleares

No encontro da Sociedade Geral de Microbiologia ocorrido no início de setembro, Richard Johnson e outros cientistas da University of Essex apresentaram sua pesquisa, onde demonstraram que um ecossistema misto de bactérias específicas pode sobreviver em um dos ambientes mais letais criados pelo homem: resíduos da extração de petróleo de areias betuminosas. E, mais que isso, elas se encarregam da limpeza.A extração e o refino desse óleo pesado produzem uma grande quantidade de lixo tóxico, em particular, água com ácido naftênico (um dos ingredientes secretos das bombas napalm). Na região de Athabasca, no Canadá ─ onde está localizada boa parte da indústria de extração de areias betuminosas ─ há pelo menos 1 bilhão de metros cúbicos de águas poluídas armazenadas em tanques.

Como atacar esse problema? Liberando bactérias, sugere Johnson. Os micro-organismos conseguem decompor o ácido naftênico em subprodutos menos tóxicos em poucos dias, o que leva dez anos ou mais em processos naturais. Essa descoberta pode diminuir o impacto ambiental da produção de petróleo a partir das areias betuminosas, cujas reservas são estimadas em 3,6 trilhões de barris (o dobro da quantidade conhecida de petróleo convencional).Não foi mencionado, porém, um outro efeito associado: as mudanças climáticas provocadas pelos gases estufa emitidos quando o petróleo é queimado. Talvez os micro-organismos também possam ajudar nessa questão (afinal, foram responsáveis pela composição da atmosfera até o aparecimento dos seres humanos).

Os pesquisadores também descobriram que a Escherichia coli ─ mais conhecida por seu papel na contaminação de alimentos ─ é excelente na limpeza de outra fonte de energia potencialmente importante, porém letal: resíduos radioativos. Lynne Macaskie e seus colaboradores da Universidade de Birmingham apresentaram na mesma conferência um estudo que mostra como a Escherichia coli, aliada a uma substância química barata e facilmente obtida (fosfato de inositol), pode recuperar urânio de águas poluídas de minas.Basicamente, a E. coli decompõe a substância liberando fosfato, que se liga ao urânio formando um precipitado no exterior da célula, que pode ser recuperado. Os pesquisadores estimam que o urânio obtido dessa maneira custaria cerca de US$ 0,15 por grama. O processo também oferece uma vantagem ambiental, pois remove o material radioativo dos rejeitos de mineração. O processo poderia até ser empregado em combustível nuclear usado e outros resíduos nucleares.


Fonte:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/micro-organismos_sao_coadjuvantes_na_extracao_de_petroleo.html

Mancha de Vênus pode ser vulcão:
Erupção no planeta onde há mais de 1 milhão de vulcões é captada por especialistas

Fred Taylor, um dos principais especialistas em Vênus da University of Oxford, relatou que a misteriosa mancha branca que apareceu no planeta pode ser uma pluma vulcânica. O fato, observado pela primeira vez por Frank Melillo, astrônomo amador de Holtsville, Nova York, em 19 de julho, foi confirmado por imagens recentes obtidas com a sonda européia Venus Express, que está orbitando o planeta.Taylor ainda não sabia da notícia, mas imediatamente sugeriu que essa mancha poderia indicar uma erupção vulcânica no planeta, que é chamado de ‘gêmeo maligno’ da Terra.Algumas pessoas sugeriram que a posição da mancha ─ aproximadamente a 50º sul ─ estava fora da região de atividade vulcânica de Vênus. Mas Taylor acredita que os vulcões são encontrados em qualquer lugar do planeta e pode haver 1 milhão deles em Vênus.

Depois dessa conversa, Taylor analisou algumas imagens obtidas com a Venus Express antes da nova descoberta, que também mostram regiões brilhantes próximas dessa latitude sul. Segundo ele, essas regiões seriam ainda mais brilhantes se observadas mais perto das bordas do planeta. Ele também analisou o fenômeno com outros membros da equipe da Venus Express. Dmitry Titov, do Instituto Max Planck, na Alemanha, observou que a mancha havia sido registrada pela sonda em 19 de julho. Além disso, avaliou o fenômeno como cerca de 30% mais brilhante que outras nuvens luminosas vistas naquela latitude, claramente um aspecto isolado e não uma extensão do brilho da calota polar.Cientistas planetários avaliam que Vênus pode ter abrigado oceanos e ter sido muito parecido com a Terra; com oceanos, mas alguma coisa deixou o clima do planeta fora de controle e o transformou no inferno que é hoje.


Fonte:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/mancha_de_venus_pode_ser_vulcao.html

Astrônomos descobrem o maior anel planetário do Sistema Solar
: Um anel difuso circunda Saturno a uma distância de 12,5 milhões de quilômetros

Uma busca especulativa por um cinturão de destroços criado por uma das luas externas de Saturno resultou no que parece ser o maior anel planetário conhecido do Sistema Solar.O anel recém-descoberto, associado à distante lua Phoebe, encontra-se a aproximadamente 12,5 milhões de quilômetros de Saturno (se não mais) de acordo com o artigo publicado na Nature.Para se ter uma ideia, a borda externa do maior anel mais próximo de Saturno, conhecido como anel E, está a menos de meio milhão de quilômetros do planeta. O gigante gasoso tem sete anéis principais (denominados de A a G, na ordem em que foram descobertos) formados por gelo, rochas e poeira, com espaços e divisões ainda maiores entre eles. Usando um instrumento infravermelho a bordo do Telescópio Espacial Spitzer da Nasa, a cientista planetária Anne Verbiscer da University of Virginia, juntamente como o astrônomo Michael Skrutskie, da mesma universidade e Douglas Hamilton, também astrônomo, mas da University of Maryland College Park, esquadrinharam parte da região entre Saturno e Phoebe, que orbita o planeta a uma distância de aproximadamente 13 milhões de quilômetros. Nos dados coletados pelo Spitzer, os pesquisadores detectaram emissão térmica de um anel extremamente grande de destroços, que se estende por quase 5 milhões de quilômetros. (Apesar da cobertura incompleta, Verbiscer e colaboradores também analisaram observações feitas por outros pesquisadores para ampliar o escopo do levantamento, mas o anel pode se estender muito além dos limites das imagens que dispõem).

Fonte:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/astronomos_descobrem_o_maior_anel_planetario_do_sistema_solar.html

Descobertas sobre telômeros podem ser fundamentais no tratamento de várias doenças: Elizabeth Blackburn, Carol Greider e Jack Szostak, reconhecidos por sua pesquisa com telômeros e telomerase, dividiram o Prêmio Nobel de fisiologia e medicina de 2009


Os 3 geneticistas premiados ─ Elizabeth Blackburn, professora de Biologia e Fisiologia da Universidade da California, em San Francisco, Carol Greider, professora do departamento Biologia Molecular e Genética da Escola de Medicina da Johns Hopkins University, em Baltimore, e Jack Szostak, professor de Genética do Hospital Geral de Massachusetts em Boston, ─ descobriram os telômeros, código genético que protege as extremidades dos cromossomos, e a telomerase, enzima que auxilia nesse processo. Suas descobertas são importantes no estudo do câncer, envelhecimento e células-tronco.

O trabalho realizado pelos pesquisadores esclarece aspectos importantes sobre a replicação do DNA. À medida que o material genético é copiado, a partir do cromossomo, durante a divisão celular, todo o filamento do DNA precisa ser duplicado de ponta a ponta, caso contrário, partes da informação genética se perderão. Até os anos 80, era considerado um mistério o fato de os cromossomos se replicarem de forma confiável, sem perder nenhuma ponta dos filamentos no processo todo. O estudo, completado este ano pelos laureados, demonstrou como o DNA poderia finalmente ser encurtado e cortado no processo de replicação, se partes da capa que recobre as extremidades do telômero estivesse faltando.

Blackburn e Szostak, que estudaram, respectivamente, as extremidades dos cromossomos e minicromossomos, demonstraram em um artigo publicado em Cell, em 1982, que a sequência de telômeros poderia ser isolada, inserida em outro organismo e até exercer a mesma função. Trabalhando com Blackburn, Greider ajudou a identificar, em 1989, a telomerase baseada no RNA ─ a enzima que cria os principais telômeros, em trabalho publicado na Nature.

As descobertas, desde então, têm sido aplicadas a estudos de envelhecimento, células-tronco e câncer. Pesquisas anteriores de Blackburn e Szostak mostraram que se os códigos fossem encurtados, ocorreria divisão celular mais lenta e envelhecimento precoce no trigo ─ e posteriormente, em células humanas. Desde as primeiras investigações, os cientistas verificaram que códigos defeituosos também desempenhavam papel importante em algumas formas de anemia congênita, uma vez que afetam a divisão de células-tronco da medula óssea. O câncer também pode ser parcialmente provocado por disfunção de telômeros. Dada a rapidez com que as células cancerosas se replicam, elas têm sido alvo de pesquisas mais recente com telômeros, e os tratamentos que se baseiam nesse conhecimento estão em testes clínicos ─ com resultados surpreendentes, até agora.

Fonte:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/descobertas_sobre_telomeros_podem_ser_fundamentais_no_tratamento_de_varias_doencas.html

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