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Quem Sou Eu: Fabrício Siqueira

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Nascido na cidade de Bom Jesus do Itabapoana, no norte do estado do Rio de Janeiro. Biólogo, Astrônomo amador e autodidata em diversas áreas de conhecimento.

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* Este Blog foi criado visando atingir um público leigo e mediano no que se refere ao conhecimento científico-filosófico e, portanto, informações complexas e detalhadas a respeito de cada tema estão além do escopo desta página. Ao final de muitas postagens são citadas referências e outras fontes para aqueles que buscam um maior aprofundamento em relação ao assunto que está sendo abordado.

* Certas imagens ou vídeos postados nesta página da web poderão conter elementos fortes e inapropriados para algumas pessoas.

1 de nov de 2009

Humanidade: Seus Vícios, Suas Virtudes, Seus Mistérios

"A humanidade se divide em duas categorias: Aqueles que se levantam tarde e aqueles que se levantam cedo." (Achille Campanile)

"Os males de que padece o ser humano, em seu maior número, vêm dele mesmo." (Plínio)


De todos os mistérios que permanecem insolucionáveis no decorrer das gerações, o entendimento da natureza humana talvez seja aquele que mais me intriga. O que exatamente somos? Por que somos o que somos ? Qual será o destino de bilhões de rostos que perambulam pelo globo? O que exatamente proucuram? Vivemos em busca de respostas,porém quanto mais o tempo passa, mais perguntas irão surgindo. Somos de certo modo iguais como humanos e ao mesmo tempo tão diferentes. Queremos mudar o mundo, mas não queremos abrir mão de nossas futilidades interiores. Partimos de um princípio em direção a um fim, mas na maioria das vezes somos forçados a retornar ao ponto de partida. O que realmente queremos?

Nascemos frágeis e indefesos, amparados pelos braços maternos e sem a menor noção do que nos espera lá fora. Aprendemos a andar, a falar , a entender e a expressar as letras, conhecemos outras pessoas. Gostamos de uns, toleramos outros e outros ainda se tornam descartáveis para o nosso convívio devido a antipatias e inimizades. A medida que vamos crescendo passamos a não gostar de sermos tratados como criança por parte de nossos pais. Porém com o tempo aprendemos que, não importa o quanto amadurecemos, na visão de nossos pais nunca seremos assim tão diferentes do que éramos quando ainda crianças.

Aspiramos a liberdade e as vezes até acreditamos que somos livres. Talvez porque fechamos os olhos para não enxergar (ou para não querer enxergar) aquilo que nos escraviza. Nos tornamos prisioneiros de nosso egoísmo, de nosso orgulho, do nosso apego, da nossa própria hipocrisia. Como queremos a independência se nós mesmos nos acorrentamos a hábitos aparentemente insignificantes, mas que nos sufocam inconscientemente?

Sabemos perfeitamente como armazenar mágoas, mas não sabemos perdoar; sabemos criticar as outras pessoas, mas desconhecemos o verdadeiro valor de coisas simples, como fazer um elogio; dizemos que amamos, mas não sabemos ao certo a definição da palavra amor; gostamos de apontar os defeitos alheios, mas esquecemos de nos perguntar se os outros poderiam dizer a mesma coisa em relação a nós; Adoramos ser aquilo que não somos, de modo a conquistar os aplausos e a apreciação de outras pessoas, porque essa apreciação nos faz sentir que temos importância. Será que estamos sendo importantes também para NÓS MESMOS ?

Ao longo da jornada vemos pessoas que entram e que saem de nossas vidas e sabemos que mais pessoas entrarão e sairão. Algumas delas sairão pela mesma porta pela qual entraram, outras levarão um tempo até que encontrem a porta de saída, e outras ainda sairão sem mesmo que a gente perceba que estão saindo. No fim, poucos foram aqueles que ficaram ao nosso lado. Sabemos como lidar com esses encontros e partidas? NÃO!!! Somos demasiadamente apegados à pessoas e , a bens materiais também, mas o apego que desenvolvemos por determinadas pessoas é algo extraordinariamente espantoso.

Assim acontece em grande parte dos relacionamentos, casamentos, noivados, etc. Claro que pessoas dependerem umas das outras também pode ser algo saudável e fortalecer as relações em muitos aspectos. Mas quando a questão é apego emocional, o caso é mais grave. O dependente enxerga na outra pessoa a fonte de toda a sua felicidade, e está disposta, em muitos casos, até em se anular por ela. Entra em pânico só de pensar na possibilidade de um dia essa pessoa não estar mais por perto. E quando há realmente a perda, as pessoas nunca pensam no que seria melhor para a outra que vai embora. Nosso egoísmo só nos faz pensar no vazio que irá deixar em nossas vidas. Além de nos aprisionarmos no nosso egoísmo, insistimos também em querer aprisionar os outros através dele. Para onde será que foi a segurança em sí?

Atualmente vivemos em uma sociedade que exige demais das pessoas. Uma sociedade onde a competição por um lugar ao Sol se tornou mais feroz.Uma sociedade que nos quer ver vestidos com as melhores roupas; utilizando os melhores aparelhos de telefone celular; que nos quer ver almoçando nos melhores restaurantes. Enquanto isso uma outra quantidade esmagadora de pessoas não possuem o que vestir; desconhecem o que seja um telefone celular, e, principalmente, não almoçam, porque não possuem o que comer.

Essa é a sociedade que "respeita" as pessoas muito mais pelos números grafados em seus contra-cheques do que pelo que são em essência. Conhecemos bem o significado das palavras estresse, pressões, agitação, frustração, entre outras. O consumo de tranquilizantes e antidepressivos na atualidade talvez tenderá a um significatvo aumento.

As pessoas desistiram de sonhar? Sinceramente gostaria de acreditar que não. Ainda quero acreditar que os humanos estejam em busca de algo que dê uma importância maior as suas vidas. Ainda quero acreditar que em meio a tantas vicitudes, ainda somos capazes de expressar aquilo que temos de melhor. Mas não por que visamos o reconhecimento, e sim para que isso se torne uma realização pessoal para cada um de nós. A felicidade começa quando nos sentimos realizados por ser aquilo que somos e por fazer aquilo que gostamos de fazer. O sucesso nos negócios , nos relacionamentos e nos demais empreendimentos nada mais são do que um reflexo, uma consequência dessa realização.

Não há motivos para esconder a nossa bondade, os nossos sonhos, o nosso romantismo, o nosso carisma, os nossos sorrisos e, principalmente a nossa real personalidade temendo sermos rotulados de tolos. Se estamos constantemente buscando (ou tentando buscar)o melhor da vida, por que não aprendemos a enxergar nas pessoas aquilo que as tornam admiráveis? Por que os defeitos costumam sobressair às qualidades?

Os homens e mulheres deveriam enxergar cada vez mais o "EU" individual, deveriam lutar mais pelos seus ideais de vida e se acomodar cada vez menos. Para boa parte das situações, o antigo ditado "quem espera sempre alcança", deveria ser alterado para "quem espera NUNCA alcança", pois estamos na posição de quem deveria agir mais e esperar menos. cada um tem o potencial de tornar a existência uma experiência mais agradável. Então, o que estamos esperando?

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4 comentários:

  1. Estamos interessados em fazer parceria com o seu blog. Aqui fica o link do nosso banner, coloque-o como quiser. assim que responder a este comentario iremos de imediato colocar seu banner na zona de parcerias, muito obrigado e ate breve.

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  2. Olá amigo! Seja bem vindo e já estou providennciando a colagem de seu banner nesta página. Abraços!

    [ ]´s

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  3. O Pc que Utilizo aqui é bloqueado para alguns sites, inclusive para o imageshack, mas tentarei fazer isso a partir do meu computador doméstico e comunico caso ocorra algum erro com o banner.

    [ ]´s

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  4. Muito obrigado pela parceria, o seu banner também já está no nosso blog, novamente obrigado e até breve.

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